Ecomuseu do Ribeirão da Ilha


Este Museu objetiva mostrar, restaurada, uma propriedade rural, casa residencial, terreno com chácara e quintal, unidade de produção, o Engenho de Farinha de Mandioca, plantações e outros - conforme a "desenhou" o colonizador açoriano , chegado à Ilha entre 1748 e 1756 (cerca de 6.000 pessoas) com o objetivo de tornar as terras produtivas e assegurar as posses portuguesas no Brasil Meridional.

Desses açorianos, um grupo de 60 famílias veio desenvolver a póvoa do Ribeirão da Ilha, a qual existia desde 1514, data em que o primeiro grupo de europeus se radicou nela. Naquela ocasião Juan Dias de Solis, fundador de Buenos Aires, aqui deixara 21 de seus marujos que se mesclaram com índios Carijós. Os Carijós denominavam a Ilha de MEIEMBIPE ou Jurerê Mirim.

Aqueles marujos, provindos da Espanha, receberam um reforço organizacional em 1526 quando chega a Ilha Sebastian Cabotto, que sendo veneziano estava a serviço da Corte Espanhola, e constrói no local, hoje Canto do Rio Ribeirão, casas, capela, estaleiro e outros serviços.
Organizado, o povoado que hoje é o próspero Distrito do Ribeirão da Ilha, decidiu batizar a Ilha com o nome de Santa Catarina em referência a Virgem Mártir de Alexandria.

Visitar, em nossos dias, a Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da Ilha é conhecer uma vila açoriana com certeza, pois de todas aquelas que o colonizador açoriano teria estruturado é esta a que mais preserva as características de suas origens culturais nesta "ILHA DA MAGIA", e base da formação do Estado de Santa Catarina, o Estado "Barriga Verde". Por estar o Museu, montado dentro de um ecossistema sócio-econômico-cultural no local de nascimento, veio a denominar-se de ECOMUSEU DO RIBEIRÃO DA ILHA.


Veja também o Blog do Ecomuseu: http://ecomuseuribeirao.wordpress.com/

 

costa lembre-se não zabvayut portanto chegar aqui há um risco de ficar sem uma conexão e ferramenta de confiança necessária muito conveniente usar spy tracker.